14/08/2011
O primeiro post desse blog, em 11/11/2007, foi sobre Amy Winehouse. E quem diria que três anos depois estaria aqui escrevendo sobre sua morte. Por mais que fosse esperado, ouvir na rádio Alpha que a cantora tinha falecido, me causou uma tristezinha. Sei lá, talvez seja aquela falsa impressão de que jovens não morrem. Na… [Leia mais…]
Eu não tenho qualquer opinião formada sobre a legalização ou descriminalização das drogas. Mas acho que, num país em que há altas taxas de juros e um tráfico de narcóticos tão bem organizados, será difícil armar algum esquema legal para que as pessoas possam fumar seus baseadinhos na paz. O que muito me espantou foi… [Leia mais…]
Sabe aqueles dias na praia que só chove e faz frio? Foi num dia desses que resolvemos ver Rio em Ubatuba. Carlos Saldanha não me conhece e, muito menos, o Fábio. Mas parece ter se inspirado em nós dois para criar Blú e Jade. Incrível como nos identificamos com as ararinhas. Eu, cheia de vontade… [Leia mais…]
Houve um tempo em que eu tinha certeza que vivia na época errada. O certo seria eu ter nascido no começo do século XX para poder viver com os modernistas brasileiros. Hoje, no entanto, vejo o quanto eu estava equivocada. Não saberia viver sem o google, sem meu computador, sem o avião, sem o chuveiro… [Leia mais…]
Fazia a pesquisa de atrações do Guia Brasil 2009 quando Ruth Cardoso morreu. Lembro direitinho da minha conversa com a Gabriela pelo telefone contando o quanto eu estava abalada. Chorei com o FHC passando a mão carinhosamente no corpo no caixão. Lembro ainda com cores do dia em que cruzei com o ilustre casal. Foi… [Leia mais…]
2011 foi o ano dos casamentos reais. Duas plebeias viraram princesas. Uma delas foi Charlene Wittstock, que casou com príncipe Albert II, filho da mais princesa de todos os tempos: Grace Kelly. A atriz americana não precisava de muito para ser chamada de princesa. Dona de uma beleza clássica, se tornou musa dos filmes de… [Leia mais…]
Eu tenho sérios problemas quando transformam exposições de arte em parques de diversões. Acho essa história de querer explicar o trabalho dos artistas por meio de engenhocas interativas uma bobagem. Ok. Estou sendo um tanto ríspida. Mas é que fiquei revoltada quando fui à exposição O Mundo Mágico de Escher, no CCBB-SP. Ninguém precisa de um… [Leia mais…]
Sou daquelas repórteres que estão sempre à procura de personagens incríveis. Depois de encontrá-las, começa o drama de como contar bem a sua história. “O discurso do rei” é exatamente a síntese disso: duas personagens incríveis e uma história muito bem contada. Como um rei, que vive praticamente do poder de falar para os seus… [Leia mais…]
[Reportagem para seção educar da Revista Sorria #18] Ter um filho é tornar-se um professor. Quem se dedica a esse dever descobre uma fonte de satisfação e constrói a mais bela herança que se pode deixar Texto: Dilson Branco e Karina Sérgio Gomes // Ilustração: El Cerdo “A principal função dos pais é educar os… [Leia mais…]
[Para quem me ensina a viver todos os dias] Ando muito sensível. Acredito que alguém anda aflorando, em mim, uma maior sensibilidade. Ensinando-me a viver de uma maneira mais sublime. Eu li ou ouvi, não lembro, que o amor pode modificar as pessoas. Hoje, um ano depois de um beijo que nos abalou tanto a… [Leia mais…]
Recentemente foram demitidos cerca de 22 jornalista no jornal O Estado de S.Paulo e outros 32 na editora Abril. A minha profissão está em crise. Tentando sair um pouco da dura realidade, fui assistir a O mágico, roteiro deixado por Jacque Tati e dirigido por Sylvain Chomet. Com as boas lembranças de As bicicletas de de Belleville que… [Leia mais…]
O reality show que eu mais gostava era o Fama. (Pasmem: em um momento de crise vocacional, eu até cogitei me inscrever para tentar uma vaguinha. Pai, obrigada por ter me desmotivado). Bom, mas Roberta Sá foi uma das que tiveram coragem e foi para academia. Eu, no entanto, não guardo qualquer registro da cantora… [Leia mais…]
Hoje é o dia de queimar o sutiã! Borá lá, fazer fogueira e comemorar o dia Internacional da Mulher. Eu não sou feminista. Não curto essa ideia de direitos iguais e mulher auto-suficiente. OPA! Deixa eu me explicar!!! Eu gosto de algumas regalias que eu posso ter sendo do sexo feminino. Pedir para o namorado abrir a tampa do palmito. Gritar quando vejo uma barata. Que abram a porta do carro pra mim. Me coloquem do lado de dentro da calçada ao caminhar. E claro! Deixar o homem pagar a conta. Profissionalmente, por favor, vamos igualar os salários independentemente do sexo, ok?
Já declarei meu amor pelo Carnaval em um post no ano passado. Continuo amando a folia. Aliás, amo mais agora que posso foliar com outrem. Dizem que amor de carnaval termina na quarta de cinzas, mas eu acho que vim ao mundo para comprovar que conhecer alguém nesses cinco dias pode ser, quiçá, para a vida… [Leia mais…]
julho 25, 2011
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