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o casamento de rachel

Já disse que aqui que amo dramas familiares. Amo! Por essa preferência de temática seria impossível não gostar de O casamento de Rachel. No entanto, o que mais chama atenção no filme é a linguagem. A impressão é que você não está vendo uma obra cinematográfica, mas sim, um daqueles vhs empoeirados de registro da família feitos pelo seu pai, que acabou de comprar uma filmadora e não quer perder um respiro da vida dos filhos, da intimidade do lar. E atribuo a esse recurso o impacto do filme. As pessoas na sala do cinema se debulhavam em lágrimas. Claro, e também à boa atuação dos atores. Todos pareciam tão naturais que era difícil acreditar que tudo era ficção. Acho que é melhor ficção de caráter documental que já vi.

É arte: a trilha sonora. A marcha nupcial em estilo rock’n roll é genial.

É fato: apesar das instalações não serem das melhores, o Cine Lasar Segall é uma boa opção para ver filmes que já saíram de cartaz na maioria dos cinemas e por um preço bem justo. Paguei R$ 5 (meia), no domingo, para ver o filme.

:: O Casamento de Rachel, EUA, 2008. Direção: Jonathan Demme. Drama. 114 min.

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