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Archive for the ‘manchetes’ Category

oscar 2009 por annie leibovitz

Gosto de cinema, mas não sou uma cinéfila de plantão — dos indicados ao oscar só vi Batman e Vick Cristina Barcelona. Por isso nem pensava em postar algo sobre o Oscar. Ao ver, porém, as fotos dos indicados ao prêmio feitas por Annie Leibovitz e publicadas pela Vanity Fair, mudei de idéia. Fotografia é uma das minhas paixões, e Leibovitz é uma fotógrafa de mão cheia [confira a galeria acima]. Apesar das fotos não serem muito inventivas — são bem sérias e sóbrias (repare nas cores em escala de cinza e apenas a pele humana em tom mais rosado, no entanto, frio) –, elas têm elegância e são charmosas. Assim como as imagens em p&b que vemos das divas de Hollywood.  Aliás, a única foto em p&b da série,  com o Heath Ledger, foi realizada com a ajuda do São Photoshop. O que não desqualifica o trabalho de Leibovitz, que com sua lente capta muita expressão e personalidade de seus fotografados. A Gabriela, minha amiga literata, comenta, às vezes, que ela queria ter escrito um ou outro livro que leu; no meu caso: como eu queria ter batido a foto do Woody Allen com a Penélope Cruz…

maysa: estudos [pra quem perdeu]

Só hoje, mais de 40 pessoas entraram nesse blog procurando pelo programa exibido ontem, na TV Cultura, Maysa: Estudos. Então, segue um vídeo com um pedacinho do programa.

E chega de Maysa por aqui!

maysa: estudos

Pra quem acompanhou a minissérie e está curioso para saber quem foi a Maysa de verdade, terá a oportunidade hoje (22/01/2009) às 22h10 na TV Cultura.

A TV Cultura homenageia a cantora Maysa e leva ao ar o último programa de TV que contou com a participação da estrela da música brasileira. Produzido por Antônio Abujamra e Dorival Dellias, em 1975, “Maysa Estudos” foi remasterizado recentemente e será exibido no mesmo dia em que se completam 32 anos da morte da cantora.   

Nesta produção, Maysa fala sobre sua vida, amores, fuga, processo de criação e carreira. Ela também canta a capela ao lado de um dos maiores músicos do Brasil, Paulo Moura. Ainda jovem, ele já era o gênio do saxofone e clarinete que o tempo consagrou.

Antônio Abujamra se recorda que, durante o programa, Maysa, apaixonada por Edith Piaf, ficava ouvindo num minúsculo gravador a cantora francesa. Além disso, segundo Abujamra, ao final do programa, Maysa estava completamente bêbada e caiu no centro do estúdio, fora do cenário. “Quiseram levá-la, mas eu disse que não. Mudei a luz na hora, os cabos das câmeras todos aparecendo”, relembra.

Quanto à exibição do programa na década de 70, Abujamra conta que “Helena Silveira, uma escritora maravilhosa que era crítica na época, considerou o melhor programa do ano e disse que era um corpo a corpo sensacional entre eu e Maysa, e que o empate fez com que ganhássemos o prêmio de melhor do ano”.

Durante o programa, Maysa canta músicas de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, além, é claro, de suas composições que marcaram época. No repertório, Preciso Aprender a Ser Só; Meu Mundo Caiu; Por Causa de Você; Se Todos Fossem Iguais a Você; Ouça; Dindi; Resposta

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PS — Esse foi o 100º post desse blog!

os melhores museus de são paulo

pinacoteca_karinasergiogomes

Pinacoteca: octógono. Foto: K. Sérgio Gomes

A última edição da revista Época São Paulo foi um especial o melhor de São Paulo. Mas para poder ter esse título falou uma coisa muito importante: os museus. Utilizando as palavras de uma colega minha, eu sou rata de museu. A-d-o-r-o. Passo a maioria das tardes dos meus fins de semana neles. Grande foi minha felicidade quando a editora, então, de atrações do Guia Quatro Rodas, Gabriela, me incumbiu a tarefa de fazer a pesquisa dos centros culturais, parques, igrejas, construções históricas e, claro, museus (!!!!) para o Guia Brasil 2009 (já nas bancas, não deixe de comprar o seu!). Durante um mês, visitei cerca de cinco atrações por tarde. Uma maratona cultural muito prazerosa. Graças a esse trabalho sinto-me à vontade para dar esse serviço que faltou nessa edição da revista aos leitores desse humilde blog.

Os melhores museus de São Paulo (segundo K.)

1. Empate técnico: Masp e Pinacoteca do Estado

Se você não tem tempo ($$$) para ir à Europa ver de perto um Rafael, um Picasso, um Matisse, um Van Gogh, um Miró, um Renoir, um Degas… e por aí vai. O Masp engana bem! O acervo foi recentemente todo reorganizado por temas, e os textos explicativos de parede são ótimos,  o que dispensa a cia dos meus queridos educadores. Indico ir às terças-feiras, quando a entrada é franca. Porque o Museu ostenta, junto ao merecido aposto de melhor acervo da América Latina, a qualidade de entrada mais cara: R$ 15! [Av. Paulista, 1578 (Cerqueira César), tel: (11) 3251-5644. 3ª/4ª 11h/17h, 5ª 11h/19h e 6ª/dom]

Mas se você não liga muito para arte européia, quer mesmo ver arte brasileira em um prédio elegantéééérimo, e excelentes exposições temporárias. A Pinacoteca do Estado é a pedida! E o precinho é camarada, R$ 4, e dá direito a entrada na Estação Pinacoteca, que abriga a ótima coleção Nemirovsky. [Pça. da Luz, 2 (Luz), tel: (11) 3324-1000. 3ª/dom 10h/17h30]

2. Museu da Língua Portuguesa

Vá aos domingos e com uma bolsa cheia de paciência. No local, reina a criançada enlouquecida para interagir com tudo que o museu dá direito. [Praça da Luz, s/nº, tel: (11) 3326-0775. 3ª/dom 10h/17h. R$ 4]

3. Fundação Cultural Ema Gordon Klabin

Aquilo é que era mulher! A casa da D. Ema, no Jardim Europa, foi construída especialmente para receber a sua coleção de arte. E que coleção!!! Quadros de Chagall dividem espaço com uma escultura de Brecheret, pinturas de Di Cavalcanti e Portinari, um vaso grego de 6 séculos a.C., e muito mais. Agende já a sua visita! [Rua Portugal, tel: (11) 3062-5245, 3ª/5ª/6ª 14h, 15h ou 16 e sáb 10h, 11h30 e 14h. R$ 10]

4. Museu de Arte Contemporânea

O acervo era do casal Ciccillo e Yolanda Matarazzo, então, além de arte contemporânea, excelentes obras de arte moderna fazem parte. O prédio na cidade universitária fica responsável por abrigar mostras mais ligadas a arte moderna e o imperdível Gabinete de Papel – gavetas com desenhos de vários artistas como Tarsila do Amaral e Anita Malfatti. No anexo do Prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, sempre há boas exposições de arte contemporânea – aquelas que fazem você refletir: o que é arte mesmo? [R. da Reitoria, 160 (Cid. Universitária), tel: (11) 3091-3039. 3ª/6ª 10h/18h, sáb/dom 10h/16h. Grátis]

5. Museu de Arte Moderna

Ele não aparece nessa ordem no Guia, no entanto, devido à exposição que está em cartaz até 21/12, ele merece aparecer entre os cincos, nessa relação. O prédio, na marquise do Ibirapuera, é pequeno e com o pé direito bem baixo, mas é muito charmoso e aconchegante. Não deixe de ver a retrospectiva MAM 60 anos, que ocupa também a Oca. [Av. Pedro Álvares Cabral (entrada pelo portão 3 do Prq. do Ibirapuera), tel: (11) 5085-1300. 3ª/dom 10h]

pata pata, miriam makeba

Eu só fui ter a noção de quem era Miriam Makeba horas atrás no Jornal Nacional. Ok, eu já tinha lido que ela era conhecida como “Mama África” e “Imperatriz da Canção Africana”, e foi a primeira cantora sul-africana a ganhar reconhecimento internacional, ficando famosa nos Estados Unidos nos anos 1950 com seus vocais poderosos, etc, etc, etc. Mas eu precisei ver um clipe dela cantando no JN para eu expressar: Claro, Makeba!

Gente, quem nunca cantou a original ou a paródia de Pata Pata pode dar a primeira rebolada. Adorava dançar igual a ela [vídeo acima] e cantar: “Tá com pulga na cueca, tá aqui vou catar/ Tá com pulga na cueca, tá ruim de achar” – claro que a minha mãe reprovava tal canção. Pra mim, essa música é tradução perfeita de o que importa é melodia. Afinal, há mais de cinqüenta anos a música faz o maior sucesso e a letra é a seguinte:

Sat wuguga sat ju benga sat si pata pata
Sat wuguga sat ju benga sat si pata pata
Sat wuguga sat ju benga sat si pata pata
Sat wuguga sat ju benga sat si pata pata

Hihi ha mama, hi-a-ma sat si pata pata
Hihi ha mama, hi-a-ma sat si pata pata
A-hihi ha mama, hi-a-ma sat si pata pata
A-hihi ha mama, hi-a-ma sat si pata pata

Vá, sem preconceitos: aumentem o som, sacudam os corpos e Pata, pata.

Miriam Makeba (04/03/1932 – 09/11/2008)

Meu colega João achou uma versão da Daúde de Pata pata

Se a cantiga já te pega
Ô, se a cantiga já te pega
Se a cantiga já te pega
Ô, se a cantiga já te pega
(Dance pata pata)

Bem mais educada do que a que eu citei acima. =) Curta o som!

resgate de obras…

 

Sempre fico indignada com o roubo de quadros. E fico ainda mais indignada com maneira como são achados. No último dia 15, foi encontrada a última obra que faltava do roubo da Estação Pinacoteca, dia 12 de junho, a gravura “Minotauro, bebedor e mulheres” [foto], de Pablo Picasso. Sei que deveria dar pulos, mas muito me intriga como ela foi encontrada: embrulhadinha em plástico bolha e papel pardo, atrás de um eucalipto próximo a uma passarela, na rodovia Raposo Tavares. Mas que ladrões cuidadosos, não? Embrulhar direitinho para devolver a obra. “O pintor e seu modelo”, também de Pablo Picasso, estava debaixo do telhado do prédio, onde o bandido morava. Os quadros roubados, em dezembro, do Masp, foram encontrados em uma casa em Ferraz de Vasconcelos – será que esses estavam pendurados na parede da sala?

Mas o ladrão mais criativo foi o do roubo de  Campo de Papoulas perto de Vétheuil (1879), de Claude Monet, e Branches de Marronier en Fleur (1890), de Vincent Van Gogh, da coleção Emil Buehrle, recuperados em 19 de fevereiro. As obras estavam dentro de um carro estacionado em um hospital psiquiátrico. Bem que dizem que todo artista tem um pouco de louco - ok, não sou boa com piadas.

PS: Não sei por que, mas esses saques, pelo menos os nacionais, me cheiram a golpe de marketing.

e continuam roubando quadros…

 

Portinaris, picassos, segalls, lichtensteins, warhols… e agora Caravaggio. Desde o ano passado, machetes nos jornais anunciam roubos de obra de arte. Em dezembro, roubaram “O Lavrador de Café”, de Cândido Portinari, e “O Retrato de Suzanne Bloch”, de Pablo Picasso, do Masp. Em junho, foi a vez da Estação Pinacoteca de onde foram saqueadas quatro obras da coleção Nemirovsky: ”Mulheres na Janela”, óleo sobre cartão de Di Cavalcanti; ”O Pintor e seu Modelo”  (já encontrado e devolvido) e ”Minotauro, Bebedouro e Mulheres”, gravuras de Pablo Picasso; e ”Casal”, guache sobre cartão de Lasar Segall. No dia 18 de julho, na Suécia, foram roubados: “Mickey Mouse” e “Superman”, de uma série conhecida como “Mitos”, de Andy Warhol, e “Crak”, “Sweet Dreams, Baby!” e “Dagwood”, de Roy Lichtenstein – que pertenciam a um museu próximo a Estolcomo. E hoje, se não bastasse, o quadro “A prisão de Cristo”, atribuído ao pintor Caravaggio, foi roubado do Museu de Arte Ocidental e Oriental de Odessa, na Ucrania.

 

Gostaria de saber o que se passa na cabeça de uma pessoa que encomenda roubos de quadros. Seria para enfeitar a sala? Gosto tanto de voltar a museus para rever obras queridas, como… É melhor não falar para não dar idéia de roubarem minhas obras favoritas, que estão exposta por aí. Mas se alguém souber me explicar como funciona o roubo de obras de arte, por favor, não hesite em entrar em contato. Tenho muita curiosidade em saber até que ponto esse crime compensa. Parece que quem participou do roubo das obras do Masp lucrou cerca de 20% do valor dos quadros roubados. É uma grana considerável. Mas e o mandante? Se tem tanto dinheiro assim porque não tenta adquirir obras em leilões? Ou se gosta tanto de arte, porque não ajuda intituições, artistas novos. Precisa mesmo roubar as de museus? Vamos compartilhar! Qual é a graça de ter uma raridade que só você, e outro poucos comparsas, poderão ver?

a pintura escondida de van gogh

Vibro a cada avanço da ciência. Mas hoje a notícia da descoberta de uma pintura do pintor Van Gogh, com um super-potente raio-X, me despertou uma raivinha. Por que raios ficam bisbilhotando a obra alheia? Se Van Gogh recobriu a primeira pintura, que seria um retrato de mulher, com bruscas pinceladas verdes e o nomeou de: “Patch of grass”; era porque ele queria que aquilo fosse um pedaço de grama, não o retrato de uma mulher.

Enfim, é como alguns escritores que deixam diários, cartas em testamento para alguém com o pedido de nunca publicar, e o amigo da onça vai lá e publica. E a gente ainda fica feliz em poder lê-los. Vide “Carta ao Pai”, de Fraz Kafka.

lista de artistas da 28ª bienal

Em outros dois post, que já foram para gaveteiro [memória de bienais e #2], comentei sobre a minhas visitas a bienais e minha opinião sobre a que está por vir. Hoje, o site da Fundação Bienal divulgou a lista dos quarenta artistas convidados:

1- Alexander Pilis (Rio de Janeiro, Brasil, 1954. Vive em Barcelona)
2- Allan McCollum (Los Angeles, EUA, 1944. Vive em Nova York)
3- Ângela Ferreira (Maputo, Moçambique, 1958. Vive em Lisboa)
4- Armin Linke (Milão, Itália, 1966. Vive em Milão)
5- assume vivid astro focus (Formado em 2000. Baseado em Nova York e Paris)
6- Carla Zaccagnini (Buenos Aires, Argentina, 1973. Vive em São Paulo)
7- Carlos Navarrete (Santiago, Chile, 1968. Vive em Santiago)
8- Carsten Höller (Bruxelas, Bélgica, 1961. Vive em Estocolmo)
9- Cristina Lucas (Jaén, Espanha, 1973. Vive em Madri)
10-  Dora Longo Bahia (São Paulo, Brasil, 1961. Vive em São Paulo)
11-  Eija-Liisa Ahtila (Hämeenlinna, Finlândia, 1959. Vive em Helsinque)
12-  Erick Beltrán (Cidade do México, México, 1974. Vive em Barcelona)
13-  Fernando Bryce (Lima, Peru, 1965. Vive em Berlim)
14-  Fischerspooner (Formado em Nova York, EUA, 1998. Vivem em Nova York)
15-  Gabriel Sierra (San Juan de Nepomuceno, Colômbia, 1975. Vive em Bogotá)
16-  Goldin+Senneby (Formado em Estocolmo, Suécia, 2004. Vivem em Estocolmo)
17-  Iran do Espírito Santo (Mococa, Brasil, 1963. Vive em São Paulo)
18-  Israel Galván (Sevilha, Espanha, 1973. Vive em Sevilha)
19-  Javier Peñafiel (Zaragoza, Espanha, 1964. Vive em Barcelona)
20-  João Modé (Resende, Brasil, 1961. Vive no Rio de Janeiro)
21-  Joan Jonas (Nova Iorque, EUA, 1936. Vive em Nova York)
22-  Joe Sheehan (Nelson, Nova Zelândia, 1976. Vive em Wellington)
23-  Leya Mira Brander (São Paulo, Brasil, 1976. Vive em São Paulo)
24-  Los Super Elegantes (Formado em San Francisco, EUA, 1995. Vivem em Los Angeles)
25-  Mabe Bethônico (Belo Horizonte, Brasil, 1966. Vive em Belo Horizonte)
26-  Marina Abramović (Belgrado, ex-Iugoslávia, 1946. Vive em Nova York)
27-  Matt Mullican (Santa Mônica, EUA, 1951. Vive em Nova York)
28-  Maurício Ianês (Santos, Brasil, 1973. Vive em São Paulo)
29-  Mircea Cantor (Oradea, Romênia, 1977. Vive em Paris)
30-  Nicolás Robbio (Mar Del Plata, Argentina, 1975. Vive em São Paulo)
31-  O Grivo (Formado em Belo Horizonte, Brasil, 1990. Vivem em Belo Horizonte)
32-  Paul Ramirez Jonas (Pomona, EUA, 1965. Vive em Nova York)
33-  Peter Friedl (Oberneukirchen, Áustria, 1960. Vive em Oberneukirchen)
34-  Rivane Neuenschwander (Belo Horizonte, Brasil, 1967. Vive em Belo Horizonte)
35-  Rodrigo Bueno (São Paulo, Brasil, 1967. Vive em São Paulo)
36-  Rubens Mano (São Paulo, Brasil, 1960. Vive em São Paulo)
37-  Sarnath Banerjee (Calcutá, Índia, 1972. Vive em Nova Délhi)
38-  Sophie Calle (Paris, França, 1953. Vive em Paris)
39-  Valeska Soares (Belo Horizonte, Brasil, 1957. Vive em Nova York)
40-  Vasco Araújo (Lisboa, Portugal, 1975. Vive em Lisboa)

Mais informações nos próximos posts.

banco imobiliário – brasil

Quem nunca desistiu de terminar uma partida do Banco Imobiliário, que atire o primeiro dado. No próximo mês, a Estrela lançará uma nova versão do jogo com famosas atrações brasileiras – como o Cristo Redentor, Masp, Parque do Ibirapuera, Cataratas do Iguaçú e outras -, no lugar dos tradicionais logradouros -  Av. Pacaembu, R. Augusta, Av. 9 de Julho, Av. Rebouças,  Av. Paulista, e Jd. Europa, por exemplo.  

Não troco o meu clássico Banco Imobiliário por nada desse mundo, mas confesso que a minha mão está coçando para adquirir e essa versão. Especialmente para comprar o Masp e fazer esse museu dar lucro. =)

:: Banco Imobiliário – Brasil: Jogo de tabuleiro. Estrelá. R$ 85 [média]. Lançamento em Agosto.