quem?
K.
Em si, por si, na graça
De existir, na miséria de não ser decifrado,
Mesmo que seja amado.
O súbito vocábulo
Queima de sul a norte
O espaço neutro, e nele
A letra inapelada
Que exprime tudo, e é nada
K., de Carlos Drummond de Andrade
Pelo apreço por escrever e informar foi cursar no jonalismo na Faculdade Cásper Líbero. O olhar atento ajuda no registro de belas imagens publicadas no flickr. Não perde uma exposição, e também não dispensa um convite para ir ao teatro ou ao cinema – de preferência no seu quintal: avenida Paulista. Dentro da sua bolha sempre tocam boas músicas e livros lhe contam boas histórias.
Atualmente, depois de dois anos e meio de muito aprendizado no Guia Quadro Rodas, um mês em Toronto e 48 horas em Nova York, é editora da revista Esquinas, da Faculdade Cásper Líbero, trabalha também como free lancer e dedica-se ao artefato.k, ao flickr e ao seu querido TCC – uma reportagem biográfica sobre a artista plástica Regina Silveira.
:: contato: ksergiogomes@gmail.com











Só quero deixar registrado que quem deu o NOME KARINA, foi a tia coruja aqui. Vc é um talento, um sonho e uma conquista eterna. Te amo. beijos
Já pensou numa coisa? Tua letra virou teu apelido: Ka de K.
[D. de Donana ou Diana, kkk . E não é você 3 vezes não, é uma risadinha no final da frase. Tá? Ka, kkk...]