o que?
Se você clicou em algum lugar, chegou aqui e não está perdido, é por que quer saber a que se presta esse blog.
Explicação objetiva: muitas coisas. Três delas:
1) Esse espaço serve como a minha “penseira”, em que deposito meus pensamentos e lembranças geralmente sobre o meu cotidiano cultural;
2) Você pode ver trabalhos que já realizei para alguns lugares interessantes;
3) Você pode pegar uma dica do que fazer no próximo fim de semana – praticamente 99% dos posts sempre são sobre exposições, teatro, música, filmes ou livros.
Explicação formal: Artefato, segundo o dicionário Houaiss:
4 Rubrica: antropologia, arqueologia.
forma individual de cultura material ou produto deliberado da mão-de-obra humana
Traduzindo: esse blog é forma de expressão, o produto, do cotidiano cultural feito da mão-de-obra humana de K. Sérgio Gomes.
Se quiser me ajudar, você pode comentar nos posts discordando, concordando ou trazendo uma nova visão sobre o tema escrito. O espaço de comentário é seu! Se for tímido, me manda um e-mail (ksergiogomes@gmail.com) – juro que leio e respondo quando puder.

:: artefato.k – fazendo da arte um fato, e do fato uma arte ::




Ana Carolina Lima Braga
03/04/2008
uma guria na faixa dos vinte…
então tá na melhor faixa! =)
Mas sabe, mesmo expressando a nossa opinião sobre arte, seja ela na música, na pintura, na literatura, mesmo assim, acabamos, indiretamente, falando da nossa vida… afinal, há como separar a arte da vida? você consegue?
Daniel Valente
08/04/2008
Bem dito Ana Carolina!
A arte imita a vida ou é a vida que imita a arte? Essa Shakespeare iria adorar!
k_sergio.gomes
08/04/2008
Repetindo o que disse a Ana, no blog dela:
Acho que a gente não separa (pra mim, isso é impossíve), a gente soma. Minha vida é uma soma de arte + jornalismo, mas que nem sempre conseguem andar juntos
. O melhor mesmo é seguir o conselho do F. Pessoa:
“Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive”.
Ou seja, tentar ser uma grande jornalista sem perder a alma de artista (hehehe, rimou!).
E, Daniel: arte imita a vida, que imita a arte!