2009, apesar do TCC, foi um ano bem cheio de música, literatura, cinema, teatro e principalmente artes plásticas. Não consegui contabilizar quantas exposições visitei, mas foram muitas, muitas mesmo! Infelizmente não foi possível obter o mesmo número com as outras categorias, mas foi o suficiente para eu realizar OS MELHORES DE 2009 do artefato.k! Artes… [Leia mais…]
Poesia não é muito meu forte. Mas no passado já gostei muito – exceto das que falavam de amor. Quem me fez gostar de poesia foi Manuel Bandeira com sua Poética, a qual decorei, declamei e tatuaria o verso “não quero mais saber do lirismo que não é libertação”. Mas deixando o meu eu-lírico de… [Leia mais…]
Com o fim do ano, fim de aula, inferno astral (eu não acreditava, mas eu não tenho outra explicação para os acontecimentos do mês de novembro), começo de TCC e outras cositas más. Eu pensei que ficaria doida. Mas acho que está tudo ok – ainda não rasguei dinheiro, pelo menos. Porém, mesmo estando lúcida, o tema loucura me… [Leia mais…]
Nunca joguei pinball numa máquina de verdade, só no computador. Mas eu sei que, se tentar trapacear inclinando a máquina, aparece o aviso de tilt e você perde o jogo – daí vem a expressão “deu tilt!”, parou de funcionar, travou, deu pau. O livro de Clarah Averbuck, Máquinha de Pinball, é exatamente isso: um tilt. A história… [Leia mais…]
Escrevendo o post sobre Edward Hopper, me lembrei de um livro que li há algum tempo: A invenção da Solidão, de Paul Auster. É uma reflexão sobre a paternidade, na visão dele como pai do pequeno Daniel e como filho do Sr. Auster; e também das solidões que nós, humanos, “inventamos”. A história é muito bonita e… [Leia mais…]
Este post apenas cita o filme do título Numa manhã de domingo, lendo o jornal e ouvindo a seleção da LastFM de cantores parecidos com Chico Buarque, começou a tocar a música “So in love”, na versão de Caetano Veloso. Então, o mundo parou. Aquela música despertou, em mim, algo. Dei um YouTube (o que seria… [Leia mais…]
Sentadas numa banco, no Parque Trianon, Mariana tira um livro da mochila e pergunta: - Você conhece? – respondo: - Não, posso ver? – mas antes de me passar o livro ela diz: - É o novo livro da Márcia. Vou ler um trecho para você: “O livro que tenho em mãos é um objeto munido do espírito… [Leia mais…]
Era apenas mais um dia de trabalho. Minha última visita do dia era ao Centro universitário Maria Antônia – que tirando a importância histórica, o prédio não trazia muitos atrativos, e a exposição da vez era fraquíssima. Até que uma palavra se iluminou: LIVRARIA. “Ah, não custa nada dar uma olhadinha!” – pensei. … [Leia mais…]
Assim que publiquei a entrevista com o Manuel Bandeira, uma amiga comentou: “Agora você podia fazer uma com o Mario Quintana. Quero dizer, nem sei se você gosta do Mario Quintana…”. E naquele dia descobrimos que ambas gostavam, mas ambas também o conheciam bem pouco. Cada uma se limitava em seu poema favorito. Eu,… [Leia mais…]
dezembro 30, 2009
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