28ª bienal – vernissage e bastidores


[os recursos ainda são precários, mas eu estou aprendendo…]

O horário de abertura para imprensa era às 14h, mas só nos deixaram entrar às 15h. E descobrir qual era a entrada foi um sacrifício. Todo segurança dizia para tentar a próxima, então, você dava a volta no prédio todo e não consegui encontrar a porta certa. Enquanto isso, conversei com um povinho com quem eu adoro trocar uma idéia: os educadores de exposição. Eles me contaram que todo o processo para a seleção da ação educativa foi muito rápido, mais ou menos assim: mandaram o currículo num dia, no seguinte, foram chamados para entrevista, e, no outro, já tiveram que comparecer à Fundação para as palestra com os artistas. Situação que ilustra a maneira como foi organizada essa Bienal: às pressas.

Durante a espera, descobri: já começaram a vandalizar a Bienal. Alguém, não se sabe como, não se sabe quem, colou adesivos em várias colunas do andar: Planta Livre, tentado preencher o vazio. Por conta disso, a segurança foi reforçada e aos educadores foi recomendado que prestassem o dobro de atenção em qualquer movimentação suspeita. Mas quando liberaram para a imprensa poder circular pelo prédio, por volta das 15h30, já estava tudo limpo – o que talvez justifique o atraso. Porque atraso do curador não foi, cruzei com o Ivo Mesquita chegando, por volta de 12h30, com seu já tradicional tênis laranja e uma sacola – dessas de feira – na mão, andando apressado em direção ao prédio.

Após a cerimônia de abertura, que contou com a presença de autoridades como o Secretário da Cultura, José Sayad, e o subprefeito Andrea Matarazzo, os convidados e a imprensa puderam visitar a Bienal. Eu ainda não consegui ver tudo direitinho, pois não pude ficar muito tempo devido às minhas obrigações acadêmicas, que me esperavam. Mas vc poderá  conferir parte das minhas peripécias no vídeo que postarei. Aguarde! acima. 

 PS – Tentei mandar mensagens pelo twitter sobre o que estava acontecendo, mas o único computador, que havia na sala de impressa, não tinha conexão.

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2 comentários sobre “28ª bienal – vernissage e bastidores

  1. Eh, Kaaa.. adorei o video, o post, as fotos, tudo!!!
    E sobre a National Gallery, impossivel nao pernsar em voce mesmo. O lugar e incrivel, absurdo, enorme… a coisa mais linda que eu ja vi, de verdade… varias coisas pra contar, mas chego ai tipo segunda… bjs

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