no meio do rio


No meio do caminho, entre a favela Real Parque e o Hotel Hilton, tem um monumento: a ponte Octávio Frias de Oliveira, ícone do atual centro financeiro de São Paulo

REPORTAGEM Julia Alquéres e Karina Sérgio Gomes (4o  ano de Jornalismo) IMAGEM Rafael de Queiroz (3o  ano de Jornalismo), Karina Sérgio Gomes e Tom Costa (4º ano de Jornalismo)

tomcosta_ponte

FOTOGRAFAR o novo símbolo de poder da cidade, a ponte Octávio Frias, mais conhecida como Ponte Estaiada, não foi tarefa fácil. Rafael de Queiroz visitou a favela Real Parque para saber por qual ângulo aquelas pessoas, que vivem com uma renda mensal que varia de um a três salários mínimos, veem o novo monumento paulistano de quase 138 metros de altura e que custou R$ 260 milhões.

Tom Costa subiu no mais alto dos prédios do condomínio onde também fica um dos hotéis mais luxuosos de São Paulo, o Hilton, cuja diária da Suíte Residencial, para uma pessoa, com vista para a ponte e seus 144 estais (cabos de sustentação), custa R$ 979.

Karina Sérgio Gomes visitou o local mais de uma vez para conseguir captar o exato tom de dourado que reflete nos prédios das Avenidas Nações Unidas e Engenheiro Luís Carlos Berrini, o novo centro financeiro da cidade, que desde os anos 1990 abriga as sedes de empresas multinacionais do setor terciário.

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O complexo viário liga a Avenida Jornalista Roberto Marinho à Marginal Pinheiros no Brooklin, zona sul de São Paulo. Para os cerca de 6 mil moradores da favela do Real Parque,  que não possuem carro, a Ponte não tem serventia alguma. Já para os motoristas, se tornou uma nova opção de caminho. Em horários de pico, cerca de 1000 veículos atravessam a ponte por hora.

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Um comentário sobre “no meio do rio

  1. Olá, sou estudante de jornalismo na Univ. Mackenzie.

    Estou fazendo uma crônica para uma revista de circulação interna na faculdade. Gostaria de saber se posso usar essas imagens da Ponte Octávio Frias de Oliveira na minha crônica, no caso colocarei os créditos para o autor das fotos: Rafael de Queiroz.

    Obrigada, aguardo autorização.
    Gabriela Rangel

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