amor sem escalas


George Clooney. Esse é o nome e o sobrenome do motivo que me levou ao cinema para assistir “Amor sem escalas”. Tô eu aqui pronta para pegar a próximo voo para qualquer lugar do mundo para ver se cruzo com o gato numa ponte área. Eu estava adorando o filme até as cenas finais. O fim não ruim, mas a lição de moral é chatíssima: “família razão da existência”. Bem, talvez isso tenha me irritado pelo fato de eu ser uma solteira convicta e que, aos 23 anos, já decidi que não formarei uma família porque não acredito nisso. (Meu nome é trabalho. Meu sobrenome é frila. E meu apelido é solidão) Mas como comédia romântica, de fato, é muito boa. Rendeu-me momentos muito agradáveis antes do fim. Em suma, o filme é muito bom tirando o que eu disse.

É arte: a trilha sonora.

É fato: a personagem Natalie, interpretada por Anna Kendrick, é irritante. Mas deu para notar que essa jovem atriz tem talento.

:: Amor sem escalas – EUA, 2009. Direção: Jason Reitman. Comédia. 109 min.

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3 comentários sobre “amor sem escalas

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