fase dourada


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“Azar no amor, sorte no jogo”, diz o ditado. E agora eu estou vivendo e aprendendo jogar, como diria Elis Regina. Inspirada pela linda lua cheia e dourada que apareceu na minha janela, inauguro a fase dourada desse blog. O dourado tão presente nas igrejas barrocas de Minas e Salvador, nos quadros de Gustav Klimt, no filme Cleópatra, com Liz Taylor.

O dourado do ouro, da aliança dos casados, da medalha dos vitoriosos. O dourado do sol (que um dia também figurará no cabeçalho desse blog). O dourado que vem do amarelo. Da Borboleta Amarela, de Rubem Braga:

Ela passou entre os ramos de acácia e de uma árvore sem folhas, talvez um “flamboyant”; havia, naquela hora, um casal de namorados pobres em um banco, e dois ou três sujeitos espalhados pelos outros bancos, dos quais uns são de pedra, outros de madeira, sendo que estes são pintados de azul e branco. Notei isso pela primeira vez, aliás, naquele instante, eu que sempre passo por ali; é que a minha borboleta amarela se tornava sensível às cores.

Segundo Kandinsky, em Do espiritual na arte, o amarelo-vivo estaria nas notas baixas do piano, uma cor aguda que preencheria bem um triângulo. Também é conhecida como a cor da alegria, da riqueza. Bom, sendo jornalista, eu só posso garantir riqueza de espírito. Mas a alegria, eu vou te dar, eu vou te dar, eu vou te dar…

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