stúdio sp


Semana passada, o Stúdio SP fechou suas portas. Lamentei. Lamentei profundamente. Pois a casa era a única balada que eu conseguia ir sem me sentir idiota. Foi a primeira também em que fui sozinha. E me diverti muito com a minha cia e de outros iguais.

A música era boa. As pessoas interessantes. Era difícil não me sentir bem ali, mesmo quando só. Catei Chico com a banda de Recife, sambei com a velha guarda da Mangueira. Pulei no batuque do Moinho. Tentei, naquelas madrugadas, curar minhas feridas.

O Stúdio SP era o emplastro das minhas dores provocadas por amores que não deram certo. Nas horas que estava ali, a música me envolvia, me fazia bem. Era como se os problemas não existissem enquanto eu estivesse cantando e dançando.

Eu não era uma habitué da casa. Devo ter ido lá umas 10 vezes apenas. Mas eu sabia que, quando eu precisasse, ela estaria ali. Tocando as músicas que eu gosto. E sendo frequentada por um pessoal simpático e agradável. Mas, agora, não vai estar mais lá. Terei de procurar um novo lugar para afogar as mágoas.

E antes de terminar esse texto, eu preciso dizer obrigada. Obrigada, Stúdio SP, por me entreter quando eu precisei e me dar oportunidades de ver shows que eu só vi ali.😉

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